Renato Gomes de Jesus, 32 anos, morador de Planaltina (GO), está em busca de informações que possam ajudá-lo a encontrar o pai biológico, a quem nunca conheceu. Com poucas pistas sobre a identidade do homem, ele decidiu tornar a história pública na esperança de que alguém que tenha convivido com ele no passado possa ajudar a localizá-lo.
Segundo Renato, o único dado concreto que possui é o primeiro nome do pai, Vilmar, que atualmente deve ter aproximadamente 65 anos de idade. Ele relata que o homem conheceu sua mãe no ano de 1993, no Praça A, em Goiânia (GO).
De acordo com as informações reunidas até agora, Vilmar frequentava o local naquela época e era conhecido por jogar sinuca e baralho. Recentemente, Renato conseguiu conversar com um antigo conhecido do pai, identificado apenas pelo apelido de “Madeireiro”, que mencionou a possibilidade de Vilmar ser da região do Araguaia mato-grossense, podendo ter ligação com as cidades de Água Boa ou Vila Rica.
Renato também relata que ouviu algumas informações sobre o possível passado do pai, embora nada tenha sido confirmado até o momento. Segundo ele, Vilmar teria comentado, na época, que atuava como policial no Mato Grosso e que teria sido afastado após uma suposta briga envolvendo terras da família. No entanto, o próprio Renato destaca que não sabe se a história procede.
Diante das poucas pistas, Renato pede a colaboração da população para localizar o pai biológico. A expectativa é que alguém daquela época possa ter conhecido Vilmar e contribuir com alguma informação que ajude a esclarecer a história.
Quem tiver qualquer detalhe que possa ajudar pode entrar em contato diretamente com Renato pelo celular (61) 9 9403-1440, que também é WhatsApp.
A divulgação busca alcançar principalmente moradores de Água Boa, Vila Rica e região do Araguaia, já que existe a possibilidade de o homem ter passado ou vivido por essas cidades. Qualquer informação pode ser fundamental para ajudar a esclarecer essa história e, quem sabe, possibilitar um reencontro familiar aguardado há mais de três décadas.
Fonte: Informa Araguaia









