Segundo as investigações, o grupo criminoso teria atuação em múltiplos estados, incluindo Mato Grosso, Tocantins e Pará, e planejaria subtrair cerca de R$ 40 milhões em ações coordenadas.
Durante a operação, foram cumpridas 97 ordens judiciais, entre mandados de prisão, busca e apreensão, além do bloqueio de contas bancárias. De acordo com as autoridades, ao longo das investigações, 18 suspeitos morreram em confrontos durante ações policiais nos três estados.
Em nota, familiares de Pablo Henrique de Sousa Franco afirmaram que ele não teria participação direta nas atividades criminosas investigadas. Segundo a versão apresentada pela família, ele teria sido induzido por terceiros a emprestar sua conta bancária para uma transferência, sem conhecimento da origem ilícita dos valores, o que o teria colocado na condição de “laranja”. Os familiares também afirmam que ele não teria obtido qualquer benefício financeiro e reforçam confiança de que sua inocência será comprovada no decorrer do processo.









